domingo, maio 31, 2009

Os Lobos Urbanos

A equipa do Robalos nas Ondas continua na perseguição de robalos em meio urbano, tenta-se explorar o Streetfishing em busca dos grandes exemplares que habitam os estuários dos nossos rios.
Eu e o Xandre, acompanhados pelo meu pai, fomos por a equipa da Margem Sul à prova no Tejo.
Mais uma vez optou-se por material ligeiro e vinis.
Em relação a montagens usá-mos desde cabeçotes/jigheads relativamente pesados (15 gramas), a montagens Texas mais ligeiras (7 gramas).
Sondá-mos o pesqueiro e depois dos primeiros toques e ferragens concluímos que o peixe se encontrava numa zona de forte corrente, passando a dirigir a nossa atenção para essa zona.
Ferrámos, capturámos e soltámos vários bons exemplares.


O meu Pai com o seu maior robalo até à data, para quem era céptico em relação ao spinning e pesca com artificiais....
Pesou 3,6 kg, capturado a fantástica Bass Pro Shops Bionic Blade de 1,95 metros.
Carreto Daiwa Emblem - S 2500. Material de achigã e bons robalos, uma combinação excelente! Convence qualquer céptico!

O Xandre fez quatro belos robalos, o maior com 4.2 kg, pondo a sua Lucky Craft ESG à prova, uma vara excelente para a pesca com vinis, especialmente a versão usada de 2,60 metros.






video

Eu fiz sete robalos (e um charrocão), o maior com 3,8 kg.
Desses sete, libertei quatro, todos os peixes libertados tinham bem mais que a medida, e rondavam os 1,5/2 kg.
Voltei a usar a Hiro Formula Stickbait, uma cana divertida de se pescar, mas que peca na sensibilidade do próprio carbono, não transmitindo as vibrações e os toques tão bem, especialmente usando cabeçotes pesados, e pescas de "fundo" com vinil.


É uma pesca extremamente aliciante, em que o movimento rápido e preciso da ferragem, executado pelo próprio pescador, faz a diferença entre ferrar ou perder o peixe (como a escola da pesca ao achigã dá uma grande ajuda neste campo!)
No entanto, a escolha por linhas e material ligeiro, apesar de acrescentar maior dificuldade e desafio ao pescador (tendo em conta que no sítio em que pescamos o peixe pode ir com facilidade às pedras e partir o fio) acabou por jogar a favor do peixe, quando uma corvina com um peso estimado entre 14/12 kg foi ferrada pelo Xandre...
Apesar de ainda ter vindo à superfície, o "tractor" assim que afundou foi "à pedra" partindo o fio.

A próxima missão da equipa Robalos nas Ondas é cobrar com sucesso uma corvina.
Bring it on!

Até ao próximo lance!

18 comments:

Miguel Pinho disse...

boas!
gostei muito deste artigo e dos outros também pois tenho aprendido muito com os vossos posts.sou um caloiro nestas andanças do spinning de mar, mas vocês acabaram de me dar uma ideia fantastica e que posso exprimentar aqui no estuário do mondego pois aqui tem muito potencial.
espero vir aqui dizer que apanhei um bem grande graças aos vossos sábios ensinamentos.
continuem o grande trabalho que tem vindo a realizar.
grande abraço e até sempre
miguel pinho

Pedro Conceição disse...

Excelente relato, a provar que existem muitos e bons exemplares nos estuários dos nossos rios.

Parabéns.

Anónimo disse...

Bem Pedro não posso deixar de felicitá-lo por este excelente relato, tal como descrever tão bem a pesca com vinis. Parabéns a si, ao seu Pai e ao Xandre pela atitude exemplar.

Jorge Lopes

Pedro Russo Baião disse...

Olá Miguel Pinho.
Não são ensinamentos, e muito menos sábios.
São apenas experiências, testes, a ideias que nos vão surgindo.
Se na sua terra tem uma zona de estuário, experimente!
Mesmo que a inicialmente essas zonas não pareçam ter boas condições para robalos grandes, muitas das vezes são ricas em alimento, e os grandes robalos passeiam-se por lá.
É uma questão de testar, e não desistir à primeira!
Qualquer dúvida, disponha sempre!

Cumprimentos

Zebu44 disse...

Boas Pedro

Gostei muito deste episódio.
Simplesmente fantástico.
Estás um pro com os vinis.

PS: O xandre com aquela gadelha parece um turista de InterRail. ;)

Abraços
Nuno

MR disse...

Pois dai a resposta ao meu comentário no outro post, já tinham esta carta na manga.
Boa malha

AB

xandre disse...

Boas, Nuno e Miguel

Miguel, na manga?! Como podes ver nas fotos temos todos manga curta.
Nuno, tens razão ao dizer gadelhudo do interRail pois é isso mesmo que eu ando a fazer, é robalos na zona de Sintra, na zona das Bicas e no Barreiro. Fico sem tempo para visitar o barbeiro mas para a próxima vez já vou rapadinho.


Abraço

Alexandre Alves

Anónimo disse...

Muito bom dia,

Com certeza devem querer que as pessoas acreditem que essas pescarias são verídicas!

Se o spinning e as amostras não fossem tão "rentáveis", e esse mercado em plena expansão, por certo que blogs com fotos de peixes mais propaganda a produtos/marcas não proliferavam nos dias de hoje.

Por favor, tenham maior sensatez, e deixem-se de querer enganar as pessoas. Isso não correposnde à realidade, vá lá, confessem pelo menos desta vez, se conseguirem. Afinal, Existem outras formas de fazer pela vida.

Mas atenção, este comentário , apesar de um pouco agressivo, não traduz vontade de ofender, nem prejudicar ninguém. Apenas transmite um pensamento com alguns valores subjacentes, os quais muitas vezes são passados para segundo plano, numa sociedade de consumo exigente, pois que o delírio pelos euros pode fazer ultrapassar valores bem mais importantes.

E se vivemos em plena democracia, porque não publicar esta mensagem, e revelar uma resposta convincente?

melhores cumprimentos e boas pescas,

João Garcia, Lisboa.

FC disse...

João Garcia,

Como criador deste espaço e responsável pelo convite à entrada do Pedro, do Carlos e do Alexandre, sinto-me um pouco com a obrigação de lhe dizer que nada do que aqui vê é ficção nem propaganda para vender amostras ou materiais.

Como realmente diz vivemos num país democrático e aqui não tenho o hábito de censurar comentários pois acho que alguns deles podem contribuir para clarificar as coisas.

Nunca aceitaria que os Robalos nas Ondas fossem um espaço de mentira. Os peixes capturados e aqui postados são reais e apanhados com as amostras e a canas que diz serem apenas publicidade.

Respondo pela integridade e caracter dos tres elementos que juntamente comigo estão agora neste espaço, pois sao pessoas que apanham peixe, libertam e ensinam com vontade de criar uma nova mentalidade.

Não escrevemos aqui para vender determinadas marcas. Escrevo e relato aquilo com que pesco.

E até lhe digo que alguns dos que se vão apanhando e libertando nem são postados pois não se procura qualquer protagonismo.

Se mesmo assim continuar a não acreditar tenho todo o gosto em convida-lo para fazer umas pescas ao spinning para ver em acção materiais e amostras de que tanto desconfia.

Pedro Russo Baião disse...

Boa noite!
Caro João Garcia, como o seu comentário foi realizado num post da minha autoria, sinto também a responsabilidade e obrigação de lhe responder.
Se você acompanha este blog, ou meu antigo blog, já há algum tempo, certamente tem ciente que por cada captura que fazemos, temos por vezes muitas grades por trás, e não as escondemos de ninguém.
Em relação aos peixes não serem reais, por acaso você viu o vídeo?
Acha que trouxemos um robalo com 4,2 kilos vivo num baldinho com água, o atira-mos ao molho com a amostra presa nos beiços, e depois fizemos o vídeo com o peixe já ferrado?
Se você acredita nisto, parabéns, tem uma linha de pensamento fantástica!
No entanto posso-lhe garantir que também não assobiamos ao bichano para este engolir a amostra.
Este tal como todos os outros robalos que você pode ver neste blog é fruto de trabalho de pesquisa, experiências, alguma sorte, e muitas, muitas grades.
Aproveito para lhe deixar um convite para vir à pesca comigo, terei todo o gosto. O meu mail está no meu perfil, disponha.
Poderá depois constatar em primeira mão, a "rentabilidade" das amostras, no entanto não se admire se gradarmos, é o mais certo.
Como já deve ter reparado, não recebo patrocínio algum de nenhum entidade comercial, uso material de diversas marcas, sempre aquele que melhor satisfaz as minhas necessidades na pesca que faço.
E lembre-se, quando quiser combinar uma pesca, é só mandar mail.

Cumprimentos!

Pedro Galante disse...

Muito normal o motivo que tenho para escrever cada vez menos online...
Sim, eu até tenho uma ponta muito grande de dor de cotovelo (para não dizer outra coisa) e não tenho vergonha de o dizer...
Se não se tem certezas de nada, não opinem!
Grande abraço para este “Blog”

Anónimo disse...

Escrevo...Não escrevo...É melhor estar sossegado...Não!

Os protagonistas desta entrada assim como os detentores deste espaço merecem o meu respeito e a minha gratidão pela partilha desinteressada e pela pachorra que tem de ter para ouvir estes "desatinos"...

O senhor João Garcia sabe porventura o que é o mundo da pesca desportiva? Compreende todas as suas modalidades? Conhece o mundo dos Predadores marinhos e suas presas? Não me parece. Se estivesse a par desta temática por certo não teceria tão infeliz comentário...

Estes amigos tem horas (muitas) de reflexão, experiência e inovação para terem chegado a este patamar.

Tem todo o direito de duvidar, mas dai a apelidar de farsa tudo o que aqui vê, vai uma grande distância...

Caro João, pescar é muito mais que atirar "uma porra qualquer" para dentro de agua e esperar. Qualquer pescador digno desse nome terá sempre de dominar três pontos; QUANDO, COMO E PORQUÊ. Enquanto isso não acontecer você não vai pescar, vai passar um tempinho na borda d'agua.

Não fale assim do que desconhece. Procure entender, faça perguntas, informe-se...Esta malta é "porreira" e até nem se importa de partilhar os seus conhecimentos.

Pense nisso!

Grande abraço aos Bloger's e tenham paciência!

Mário Baptista

Zebu44 disse...

hehehe

Xandre. Vê lá mas é se apitas quando vieres aqui a Sintra.
Rapadinho ou com cabelo tanto faz, vamos mas é á pesca.

Nuno

Sargollini disse...

Txiii, o que para aqui vai... :(

Bom, parabéns aos PESCADORES !!!

FABULOSAS pescas que voçês têm tido :)

Depois de ter visto este vosso relato, também fui experimentar as amostras dos verdinhos no Tejo mas do lado Norte e lá saquei mais uma grade. eheheh Tenho que me abastecer de uns novos vinis ;)

Mais uma vez muitos parabéns a todos e obrigado por partilharem !


Um abraço
Sérgio

Anónimo disse...

Boas!

Acabei de ler todas as reacções ao comentário que realizei e, assim, responderei a cada um em particular e a todos no geral, se assim conseguir fazer-me entender..

Antes de mais, agradeço, sinceramente, a todos aqueles que responderam, que revelaram as suas ideias e opiniões, mostraram a sua indignação,etc, enfim, revelaram que não são meros espectadores, preferindo intervir e discutir posições, principalmente de uma forma construtiva. Acredito, pois, que é neste sentido que devemos continuar e fazer estimular, porque só assim poderá existir progressão e mudança (quer num ou outro sentido). Vamos então ao que interessa.

FC,
Agradeço o seu comentário esclarecedor e sensato, e que talvez tenha impulsionado este espaço de discussão. (Que a maioria dos blogs tem seguidores mas não comunicadores! ) Mas tal como diz, sou desconfiado por natureza, e mais desconfio quando me parecem existir mais custos que recompensas/benefícios! Mas acredito na sua palavra. Mais, gosto da sua atitude e vontade de promover boas práticas e mudança de mentalidades. Todavia, interpretou-me mal, eu não desconfio do material nem das técnicas utilizadas! Agradeço, contudo, o seu convite para uma pescaria seria um prazer!

Pedro Russo Baião, como está?
Devo-lhe dizer, de imediato, que tem um sentido de humor fabuloso. Essa de "assobiar ao bichano para engulir a amostra" é do melhor que já li! Quanto ao resto, tudo é possível, pois que a brincar se dizem as verdades.. Lol Mais seriamente, acredito que tenha gosto por este desporto, e que também "não receba patrocínio algum de nenhuma entidade comercial, mas que simplesmente tende a seleccionar o material que melhor satisfaz as suas necessidades"..mas olhe que agora parecia mesmo ter um discurso muito comercial! Talvez me consiga explicar porquê o gosto em descrever e repetir escrupulosamente os nomes, marcas, modelos, etc do material que utiliza se não existe qualquer interesse comercial/económico por detrás disso. Sério, é uma questão que tenho! E claro, agradeço o seu convite para uma pescaria , quiçá possamos utilizar algum do material caseiro que eu costumo elaborar, e comprovar a eficácia! Se estiver interessado, com muito gosto trocarei algumas informações consigo, como por exemplo sintetizar vinis em casa, sendo uma actividade recreativa e também muito económica! Cump's!

Pedro Galante, permita-me discordar de si! Nada mais errado! Opinar faz parte da vida, não se deixe abater por más emoções que lhe possam surgir após um pequeno confronto de ideias. Não queira desistir! E olhe que certezas , certezas, têm os loucos!

Mesmo após um díficil momento de indecisão, Mário Baptista opinou, e essa atitude faz toda a diferença. Saiba, aliás, que os autores deste espaço também merecem o meu respeito, e olhe que da agressividade para a assertividade vai uma diferença! Talvez se um dia deixarmos de ser Portugueses compreenderemos melhor essa questão, não acha? o povo português tende a sentir-se constantemente atacado!
Estou de acordo consigo, no que toca a dizer que esta "malta é porreira" e "nem se importa de partilhar os ses conhecimentos", e olhe que também acredito que o gosto pela partilha é dos valores mais nobres que existem!

Fica o estímulo, partilhem: Coisas boas ou más, não importa!

Acima de tudo, manifestem-se!


Os meus cumprimentos a todos!


JG.

Pedro Russo Baião disse...

Bom dia JG.
Desde já agradeço por ter respondido aos comentários.
Em relação à sua questão porque é que eu gosto de colocar os nomes das marcas/modelos do material que uso a resposta é simples:

- Para dar dados concretos sobre que material realmente usei, para que outros pescadores, iniciados ou já bastantes experientes na pesca com amostras possam tirar daí ideias, e basearem-se em algo concreto.
Uma das grandes dificuldades que senti quando comecei este tipo de pesca é que raramente num post ou num relato de pesca, seja de revistas ou de meios online, se falavam dos modelos e das marcas das amostras, canas, fios, etc... em concreto, o que me obrigava sistematicamente a mandar PM's nos fóruns, por exemplo, a perguntar que amostra tinham utilizado etc,etc...
Existe uma diversidade de amostras tão grande que facilmente confunde quem se inicia neste tipo de pesca, e que pode levar a fazer compras desnecessárias (eu fiz bastantes, por desconhecimento e inexperiência).
Por não ter qualquer ligação comercial, sou livre de mencionar as marcas e modelos do material que uso e que mais gosto, pois penso que poderão ser uma ajuda especialmente para aqueles que começam agora a fazer este tipo de pesca, ou a experimentar novas técnicas (como os vinis por exemplo).
E se reparar com atenção, uso marcas tão variadas, e de áreas tão distintas, que seria muito difícil estar ligado comercialmente a todas elas.
E pronto, já me manifestei, espero ter sido útil.

Bem haja;

Anónimo disse...

Boas

Apenas porque mencionou o meu nome lhe digo;

Sobre este assunto nada mais tenho a dizer.

As acções ficam com quem as pratica, as palavras com quem as escreve...

Orgulhosamente Português!

Mário Baptista

xandre disse...

Pescadores, caçadores e outros fugitivos às verdades dos factos….

A opinião geral dirá, normalmente em tom de brincadeira, que concorda com o conteúdo do título do meu post. Narrativas onde a personagem pescador ou caçador, em vez de um robalo, esteve quatro horas a lutar com uma tubarão martelo, ou teve na mira um bisonte, que afinal era um coelho, proliferam e os protagonistas até são capazes de se rirem de si próprios, sobretudo porque a intenção é construtiva e a auto ironia é positiva e recomenda-se. Sou adepto da discussão sobre as temáticas, estou receptivo a críticas e sugestões.
Assim, eu, Alexandre Alves, como pescador, deixo aqui algumas considerações, tendo sempre como lema a frontalidade e o espírito de partilha. Realmente, se levarmos à letra o título, este ofende claramente a minha dignidade, pois a mentira é um defeito pouco dignificante e reprovável. Não aceito o título de fugitivo à verdade dos factos, nem enquanto pescador, nem enquanto pessoa, e só posso considerar esse epíteto, se for no sentido de que com os meus iscos levo o peixe ao engano.
Posso dizer que sou pescador quase desde que me conheço, tendo começado a pescar com amostras há muito mais de 20 anos, tanto aos robalos, como aos achigãs e às trutas.
Não acredito que a mentira seja a chave para esconder os nossos insucessos, pois penso que a partir deles podemos encontrar um caminho para reflectirmos e aprender com os erros.
Não é a primeira vez que escrevo ou digo a quem quer começar a pescar com amostras que esta pesca tem muitas grades mas também nos traz grandes alegrias. Muitas vezes, em conversa com quem inicia esta modalidade motivado, frequentemente, por fotografias ou relatos, tenho afirmado que um dos maiores segredos desta pesca, assim como das outras, são as muitas horas dedicadas a estudar e a observar a espécie que vamos pescar, tentando conhecer o seu habitat, a sua biologia, aperfeiçoando o conhecimento dos vários materiais, mantendo a persistência e a capacidade de sonhar, acreditando que amanhã “é que vai ser”.

Para quem não sabe, ou ainda não reparou, eu tenho um relacionamento com a BassnBait. Este meu relacionamento denomina-se patrocínio, que é da responsabilidade de dois grandes amigos meus: o José Anacleto e o Sérgio Silvestre.
O que faço para ser patrocinado?

Dou a minha opinião sincera acerca de material que se usa na pesca com amostras.
Sou castrado por ser patrocinado?
Não sou, e não sou obrigado pela Bassnbait a usar exclusivamente o material que vendem.
Neste blog eu faço publicidade?
Se entenderem a referência à marca e ao modelo como tal, então faço.
Não existirão outras formas de escrever sobre pesca sem referir marcas?
Existem. Eu até já postei um título, "Ferragens e detecção", em que não referia marcas mas nem sempre é possível fazê-lo.
Será que é tão ofensivo afirmar que pesco ou pesquei com a marca x ou y?! Será que os nossos leitores, muitas vezes, não vêm à procura dessa informação, da forma como usamos as marcas e modelos, assim como da descrição do seu trabalhar?

Também acredito na capacidade dos nossos leitores de seleccionar a informação, usando da melhor forma aquilo que nós transmitimos.
Vou continuar a escrever as minhas opiniões e a partilhar as pescas, porque, como diz um nosso leitor, vivemos em democracia.

Abraço
Alexandre Alves