segunda-feira, dezembro 23, 2013

J a n t a r   d e   N a t a l   2 0 1 3
O Team Robalos nas Ondas deseja um Bom Natal e um Excelente Ano 2014

quinta-feira, novembro 28, 2013

Workshop sobre a pesca ao Achigã em Pedrogão Grande!

Workshop sobre a pesca ao Achigã em Pedrogão Grande!
Porque pescar é um ato continuo de aprendizagem, e a partilha de experiencias é uma mais valia para todos, no próximo dia 18 de Janeiro não faltes!
Com Nuno Cabrita e Sérgio Silvestre!
Inscrições abertas, 10 euros com almoço incluído.


domingo, novembro 17, 2013

Resistes ou Desistes?


Novembro tem-se revelado um mês cruel no Leste de Inglaterra.
Dias curtos e frios, aos quais apesar de nove meses passados e muitas libras estrelinas investidas em roupa outdoor, ainda não me habitutei, e sinceramente não sei se alguma vez o farei.
Seja como for, o vício da prática da pesca matém-se, e já que os robalos do Mar do Norte não querem colaborar, pois provávelmente já nem cá estão por esta altura, com a água do Mar ao fundo da rua a rondar os 10ºC e com a sua habitual tez escura que faz parecer o meu Estuário do Tejo as Bahamas.
Talvez uns bacalhaus com vinil se insistir na água salgada e aguentar o frio? Mas isso será para outra altura....
Entretanto vou investindo na água doce.
O acesso mais fácil e presença de predadores, lúcios e percas europeias, ajuda na escolha.
Ultimamente tenho pescado no rio Wensum, que atravessa parte de Norfolk até se juntar ao grande Yare, rio este já de caudal considerável.
O Wensum atravessa também a antiga cidade de Norwich, e é aí que tenho feito as últimas investidas.
Para meu grande espanto, conto pelos dedos as vezes que encontrei outros pescadores a pescar à amostra, seja esta rígida ou vinil, tanto aos lúcios como às percas.
Pelo que conversei com alguns dos meus amigos pescadores britânicos locais, a maioria dos pescadores de amostra que se dedicam aos lúcios investem grande parte do seu tempo nas Broads, sistema de rios e lagos que cruza grande parte de Norfolk e que é considerado um paraíso para a pesca aos pikes (lúcio).
Para quem estiver intressado, e aqui fica um site do estado britânico, sobre as Broads, onde ficar, que espécies pescar, as leis vingentes, etc...
http://basgonline.org/wp-content/uploads/2011/06/AngleontheBroads.pdf
Há que admirar como aproveitam ao máximo as condições que têm para a prática da pesca, e aqui sim, vê-se o dinheiro das licensas investido em prol da conservação das espécies alvo por parte dos pescadores desportivos e da manutenção das margens dos rios e lagos, incluíndo zonas para quem tem necessidades de acesso e mobilidade especiais.
Em tudo faz lembrar como os consecutivos governos portugueses investiram o dinheiro das nossas licenças não é?
Voltando ao rio Wensum e Norwich, dou comigo a ser normalmente o único a tentar os pikes com amostras artificais. A grande maioria dos pescadores que encontro ou está à pesca de outras espécies (tencas, bremas, etc...) com isco, ou então tentam os pikes com isco vivo ou morto, para minha surpresa descobri que cavala e arenque são dos iscos mortos mais usados.
De início hábito um pouco estranho para mim, já que são peixes de água salgada, mas seja como for, aparentemente resultam.
Em relação às amostras, tenho basicamente "importado" as técnicas que em Portugal uso aos robalos e mesmo às corvinas, fazendo algumas adaptações.
Tenho tido muito bons resultados com shads/swimbaits como os Lunker City Shaker, ou os Big Hammer, montados com um cabeçote ligeiro, de 7 a 12 gramas, pois o rio é baixo, e adicionando uma fateixa um pouco atrás do cabeçote, montada com fio de aço, pois como descobri por mim próprio, os dentes dos lúcios não dão chance a qualquer fluocarbono ou amostra de vinil.
Aqui fica a partilha do último grandote do Wensum.
 




Depois de uma boa luta, a aceitação e um sorriso genuíno.

Outro aspecto muito gratificante é introduzir novos amigos à pesca com amostra, e não há nada melhor que começar com um bom exemplar, que foi exactamente o que fez o meu colega e amigo Pedro Catarino, com o seu primeiro peixe apanhado à amostra...


Que estreia!

Tudo isto num espaço público, sempre a ir à aventura, apenas estudando o Google Earth e o que nos vai aparecendo à frente, aplicando noutro local e noutras espécies o que em Portugal se foi aprendendo.
Após um snap shot, ambos os peixes foram libertados em condições.


Até ao próximo lance, de preferência com outro crocodilo de água fria ao colo!

segunda-feira, outubro 28, 2013

Basstrix Paddle Tail e Basstrix Fat Minnow

Basstrix Paddle Tail 5” e 6” 


Marca: Basstrix Lures 

Comprimento: 12,7 e 15,24 cm 

O Basstrix Paddle Tail é construído num vinil bastante resistente, com cores muito naturais que subsistem a muitas submersões. A cauda em forma de “pé” provoca um nadar muito natural. Este shad muitas vezes é designado por swimbait. O uso da montagem com anzol lastrado em zonas rochosas e com vegetação é extremamente fácil, pois não vamos estar preocupados com a perda da amostra, devido ao facto de o anzol se encontrar “escondido”, nem com as prisões do chumbo, concentrando-nos exclusivamente na pesca e na ferragem. 

Duas cores a destacar são a Hologram Shad e a Trout.

Basstrix Fat Minnow 

Marca: Basstrix Lures 

Comprimento: 15,24 cm 

Este vinil não nada como o anterior, pois não apresenta uma cauda semelhante, mas através de toques de ponteira e de diversas possibilidades de montagens, podemos retirar bons resultados. A montagem que normalmente utilizo com a Basstrix Fat Minnow é Weightless, sem usar chumbo, contando apenas com o peso da amostra. Esta montagem é ideal quando queremos que a descida seja lenta, uma imitação perfeita de peixe moribundo a cair para o fundo ou quando pretendemos trabalhar a amostra junto da superfície com pequenos toques de ponteira, podendo fazer saltar a amostra como se fosse um pequeno peixe a fugir. Para que tal aconteça, deve dar-se toques de ponteira sucessivos sem deixar que a amostra saia da tona de água. 

Duas cores a destacar são a Tennessee Shad e a Blue Back Herring.


segunda-feira, outubro 07, 2013

A minha “Velhinha” - Super SpooK

Marca: Heddon
Comprimento: 12,7cm 
Peso: 24,8gr

A Super Spook é uma amostra de superfície, com o corpo em forma de charuto, um diâmetro considerável e com um poderoso rattling. Esta amostra de superfície acompanha-me há, talvez, mais de 20 anos e as minhas cores de eleição são as Okie Shad e Speckled Trout. Amostra ideal para trabalhar com o Walking the Dog e o Long Slide, não esquecendo o Stop and Go e as variações de velocidade.

sexta-feira, outubro 04, 2013

Ima Skimmer

Uma amostra com 10gr e 11,4cm que ainda hoje me espanta com o seu lançamento e o seu trabalhar.

 
 
 
 
 
 
 
Pode encontrar em BASS’N’BAIT

quinta-feira, outubro 03, 2013

Conservation Leaders Advisory Team WORKSHOP - Exploring threats to recreational and sport fishing across Europe


domingo, setembro 29, 2013

Memórias do Verão - Pesca à superfície embarcada

No Verão de 2011 tive oportunidade de pescar à superfície de barco em águas insulares pela primeira vez.
É uma pesca emocionante e divertida, e uma das conclusões a que cheguei é que realmente nunca temos certeza de que espécie nos vai atacar a nossa amostra até ao momento final.
Originalmente as nossas espécies alvos eram as bicudas e as anchovas (estas últimas também frequentes das nossas águas continentais nalgumas regiões do país e alturas do ano).
 No entanto, os predadores pelágicos de outras espécies poderiam em teoria atacar as nossas amostras, como os serras (bonito do atlântico), pequenos gaiados, bacoretas, e lírios.
 Utilizando pencil poppers e poppers conseguimos capturas de anchovas e bicudas de bom porte e lírios, estes últimos espécie altamente combativa e que levou aos limites as canas de spinning (de robalo) que na altura utilizámos.
Os ataques às amostras de superfície são imprevisíveis e fulminantes, muitas vezes atacando apenas quando a amostra já se encontrava praticamente encostada ao casco do barco, no entanto pudemos constatar que as pausas, mesmo para estes predadores agressivos, fizeram a diferença, e que quando as introduzíamos a frequência de ataques aumentava.
Paralelamente ao spinning que fazemos na nossa costa ao robalo, as horas do nascer e por do Sol foram sem margem de dúvida as mais produtivas.
Partilho convosco algumas fotos, em salutar recordação de bons momentos.







Um especial agradecimento e abraço a Artur Rodrigues e Luís Barrulas, companheiros de expedição e autores das fotos.

Até ao próximo lance!

segunda-feira, agosto 05, 2013

Diferentes...

Por terras de sua Majestade o nosso desporto favorito vai-se praticando.
Paisagens e espécies diferentes, mas o mesmo saudável vício.
Aqui fica a partilha de algumas fotos das últimas tentativas exploratórias no mundo da pesca em água doce inglesa, em busca de espécies como os lúcios (pike) e percas europeias (perch).











Até ao próximo lance, pelo Wensum ou Yare!


quinta-feira, julho 25, 2013

Robalos de Julho

Em meados deste mês de Julho que está quase a acabar, aproveitando uma quebra de mar, fui fazer umas pescas nos meus "quintais" habituais...mar pequeno, vento fraco e uma chuva miudinha característica da zona de São Pedro, pesqueiro a condizer e o peixe a colaborar...

Na primeira noite comecei com a Lucky Craft ESG II de 2.90 mt, com o Twinpower 4000, habitual multi e a minha amostra de eleição para pouca água...a Saltiga 14 laser sardine...duas horas de pesca e um exemplar a rondar o 1,5 kg...nada de muito especial mas óptimo para recuperar as sensações adormecidas de muitos meses sem pescar...peixe vigoroso a dar boa luta mas rapidamente ficou a seco.


Na segunda noite, com um mar um pouco mais mexido, optei por uma Flashminnow 110 SP (talvêz a minha amostra preferida) e consegui trazer dois exemplares, tendo o maior perto de 1.8 kg e o mais pequeno 1.4 kg. O regresso às lides estava a ser fantástico...não podia pedir mais.


Na terceira noite lá voltei ao mesmo sítio e o pesqueiro já estava ocupado por mais seis pescadores que iam lançando as suas amostras. Vi sair dois peixes razoáveis, um num vinil e outro ao buldo, num mar que tinha crescido e que me fez comentar "hoje o peixe vai ser maior"...cansado de duas noites de pesca, deitei-me no areal, encostado à mochila e fiz a minha habitual "sessão introspectiva"...15 minutos de descanso...volto e coloco uma SP 110 Aurora Black, depois de ter andado com marias e flashs 130 e nada...ao segundo lançamento sinto um ataque e percebo que o  meu oponente tem força e poder... uma corrida desenfreada...o drag a cantar e eu a tentar domina-lo. Sinto-o mais um pouco e depois vai-se...soltou-se e nada a fazer...volto a lançar mais uma ou duas vezes e mais um ataque...um peixe mais pequeno mas que se volta a soltar...é assim mesmo e continuo...sem resultado mas satisfeito....aquela adrenalina de sentir um peixe grande valeu a pena. Desta vez o robalo levou a melhor...

domingo, julho 07, 2013

O post anterior

O post anterior foi de autoria de uma menina de 9 anos filha de um casal meu amigo.
Esta menina chama-se Catarina, tem uma grande paixão pelo Ballet, e há algum tempo tem demonstrado interesse pela pesca, talvez em parte devido aos meus brinquedos guardados em caixinhas com muitas cores e formas.
Um dia prometi-lhe que a levava à pesca e a minha amiga não se esqueceu dessa promessa.
Um dos melhores lugares para quem se quer iniciar na pesca com amostras é a “Escola dos Achigãs”, onde muitos pescadores começaram a sua paixão por esta modalidade.
A Catarina rapidamente dominou alguns tipos de lançamentos básicos e mostrou grande capacidade em fazer trabalhar as amostras e os resultados não se fizeram esperar com algumas capturas, rapidamente devolvidas ao seu habitat.
 
Tenho de agradecer também aos amigos pelo belo convívio.
Faço votos que se repita mais vezes, pois acredito que um dia ainda podemos contar com mais uma pescadora e quem sabe com mais um membro dos Robalos nas Ondas.
 
P.S. Mais uma vez um grande obrigado ao Cláudio pelas magníficas fotos.
Obrigado também ao Carlos Fazenda pela dica do açude.

Fui um dia à pesca

 


Fui um dia à pesca
com o amigo Alexandre,
e pesquei um peixe
tão grande, tão grande…
 
Fui um dia à pesca
pescar o peixe no anzol,
estava um lindo dia de sol
não era bom morrer no anzol…
 
Foi assim que decidi
deitar o peixe à agua,
e a nadar a nadar
lá foi o peixe ao ar
 
Foi um dia bem passado,
pescando sem parar,
acabando assim o dia
sem o peixe para grelhar!
 
Catarina

 
 
 
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


 
 
 

terça-feira, junho 25, 2013

Cursos de Pesca Desportiva

PRÓXIMOS CURSOS

Início nos dias 1 de Julho e 19 de Setembro

Horário pós-laboral, a partir das 18h15m

Cursos diponíveis

1. Pesca Embarcada I - Procurar Pesqueiros, Sondar e Fundear

2. Pesca Embarcada II - Iscas, Iscadas, Materiais e Montagens

Duração dos cursos

1. Pesca Embarcada I - 8h teóricas e 8h práticas no mar.

2. Pesca Embarcada II - 10h teóricas e práticas em sala e 8h práticas no mar.

Preço dos cursos

1. Pesca Embarcada I = 120 euros.

2. Pesca Embarcada II = 150 euros

3. Pesca Embarcada I + II = 240 euros.

Os preços acima incluem IVA e material didático, nomeadamente, iscas e linhas para as montagens.

Horário

Dias úteis das 18h15m às 20h15m (ver calendário). Aulas práticas no mar nos fins de semana assinalados, mas sujeitas a confirmação, dependendo da meteorologia.

Sala de formação

Aulas teóricas e práticas em sala: Travessa da Anunciada, nº 10 - 3º, Setúbal

Embarcação para as aulas práticas no mar

Nome: Cachondo

Comprimento: 12 metros.

Lotação: 14 pessoas.

Dotada de todos os meios de segurança da sua classe:

Electrónica a bordo: VHF com DSC, radar, chart plotter e sonda.

Licenciada pelo Turismo de Portugal para a atividade Marítimo-turística.

Licenciada pela DGRM para a atividade de Formação Náutica de Recreio.

Formadores

Curriculum vitae


Ernesto Lima

- Licenciado em Educação Física e Desporto, pela Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias (ULHT).

- Praticante de Caça Submarina entre 1978 e 1994, com participação em 3 campeonatos nacionais.

- Praticante de Pesca Embarcada em Barco Fundeado e Pesca com Zagaia a exemplares, entre 1985 e a actualidade.

- Organização, coordenação e execução dos concursos de Pesca Embarcada de Alto Mar, em Embarcações de Recreio, realizados pelo Clube Naval Setubalense entre 1990/94.

- Responsável pela organização e segurança de actividades náuticas, enquadradas no Projecto da Câmara Municipal de Setúbal denominado: Jogos do Sado.

- Responsável pela organização e dinamização de todas as actividades das três Feiras de Pesca Lúdica e Desportiva de Setúbal, realizadas em: 2011, 2012 e 2013.

- Prof.de Educação Fisica de Ensino Especial, 3.º Ciclo e Secundário, entre 1974 e 31 de Agosto de 2010.

- Autor e coordenador do Blogue: “A Minha Pesca”
- Carta de navegador de recreio: Patrão de Vela e Motor. "


                  Joaquim Sobral (skipper da embarcação Cachondo)

- Carta de Navegador de Recreio de Patrão de Alto Mar



Inscrição

Faça a sua inscrição através do e-mail cursos@longitude.pt


Contactos

Para mais informações contactar:

e-mail: mail@longitude.pt  ou cursos@longitude.pt  

Tlm: 963579132

Na Longitude.pt existem vários cursos relacionados com a Nautica, clique na foto.


domingo, maio 12, 2013

Stella SW 2013

O novo maquinão da Shimano para pescas extremas em água salgada. 


Todas as características do novo Stella SW 2013

sexta-feira, abril 19, 2013

3ª Feira de Pesca Lúdica e Desportiva - Bassnbait



 
Hoje, Sábado e Domingo vou estar na 3ª Feira de Pesca Lúdica e Desportiva em Setúbal no stand da Bass'n'Bait .
Fico à vossa espera.
 
 


Workshop - Iniciação á pesca lúdica e desportiva em mar e estuários

 
Plano de trabalhos:
 
Acção prática de pesca lúdica e desportiva nas modalidades de Spinning, Boia e Fundo, para jovens iniciados.
Pescadores da ANPLED estarão à disposição dos jovens que pretendam iniciar-se nas técnicas referidas, durante o seguinte horário:
 
Domingo, 21 - 10h00 - 13h00
 
Durante o período referido, serão apresentados equipamentos, acessórios e a sua utilização de acordo com as diferentes técnicas, incluindo:
- Iscos e métodos de iscar.
- Sessões práticas de lançamento, arremesso, colocação e calibragem de boias, e animação de iscos artificiais, com a participação de cada um dos animadores e dos participantes.
 
Os participantes terão material à sua disposição, podendo também trazer material próprio se assim o entenderem.
 
No final da acção, a ANPLED entregará a todos os praticantes um manual para descoberta e iniciação na prática da pesca apeada, e, uma t-shirt dos Jogos do Sado.
 



sexta-feira, abril 12, 2013

Memórias que ficam para sempre

Há dias que são únicos.
Em Setembro de 2012 passei por um desses dias.
Tive a sorte e a honra de poder partilhar com o meu grande amigo António Gouveia, membro deste blog, um grande momento de felicidade.
Depois de muita procura e dedicação, muitas horas "perdidas" por esse Mar adentro, a meu ver o Oceano deu-lhe a sua mais que merecida recompensa por tanto esforço, e por acima de tudo, acreditar, vivendo a pesca com uma alegria contagiante, espicançando o saudavél vício que é o jigging, em si e naqueles que o rodeiam, questionando sempre como e porquê, e graças a isso tornando-se a si e aos seus amigos, melhores praticantes de jigging.
Deixarei as imagens e sons contar-vos como foi...



 
(carregar no link para visualizar em tamanho maior)


Os meus parabéns pelo fantástico lírio, o verdadeiro "Rei" entre os nossos predadores marinhos.

Um grande abraço de quem já sente a falta de Mar a sério, desde Terras de Sua Majestade

Pedro Russo

quarta-feira, abril 10, 2013

Não deixe os lobos sem abrigo!

Em 28 de Setembro de 2012 para além da má noticia da morte da minha cadela Maria também fui pai adoptivo de um Lobo.
Como acredito que "O lobo em Portugal tem um passado, ainda está presente e merece um futuro!" venho por esta forma informar e pedir a participação dos meus amigos.

A campanha "Não deixe os lobos sem abrigo" já ultrapassou os 55% do valor necessário para a aquisição dos terrenos onde está situado o Centro de Recuperação do Lobo Ibérico. Muito obrigado a todos os que têm contribuído para o sucesso desta campanha! Por favor, continuem a divulgar e a apoiar esta causa.


Não se esqueçam de ligar o 760 450 044 (Custo da chamada: 0.60€ + IVA)

NIB: 0007 0007 0052 0270 018 86



 Don't let our wolves become homeless from Grupo Lobo on Vimeo.


Para mais informações: Grupo Lobo

segunda-feira, abril 01, 2013

Novamente para abrir o apetite...

Para abrir o apetite antes do Workshop - Jigging vertical
 
Fica aqui um filme de uns amigos.


Workshop - Jigging vertical




Dinamizador: Mário Barros

Data: 20 de Abril de 2013


Plano de trabalhos:

09h00: Recepção e apresentação
09h15: Introdução ao Jigging
09h30: Posicionamento e governo da embarcação
10h00: Canas e carretos
10h15: Zagaias e montagem dos anzóis
10h45: Debate
11h00: Intrevalo
11h15: Preparação dos Assist Hook
11h30: As linhas
11h45: Animações dos jigs
12h00: Espaço de debate
13h00: Fim dos trabalhos

 Inscrições gratuitas

 Data limite e processo de inscrições: até ao dia 19 de Abril de 2013

 Inscrições em:



 Esclarecimentos de questões relacionadas: Nos endereços referidos e/ou através do telefone: 963 579 132

quarta-feira, março 27, 2013

Para abrir o apetite...


Para abrir o apetite antes do Workshop - Pesca à Pluma.

Fica aqui um filme do José Rodrigues

Workshop - PESCA À PLUMA

 
 
Dinamizador: José Rodrigues ( www.segredosdapluma.com )

Data: 20 de Abril de 2013
 
 
Sabia que pode pescar achigãs, carpas, barbos, robalos e muitos outros predadores à pluma?
Venha conhecer o material necessário, saber como e onde o utilizar, aprender a lançar e apresentar a pluma a qualquer espécie. Será certamente uma experiência que não irá esquecer.
 
Plano de trabalhos:
 
10:h00: Escolha do equipamento tendo em conta a espécie a pescar
11h00: Iniciação ao lançamento(técnicas básicas)
13:00: Intervalo para almoço
14h00: Aperfeiçoamento do lançamento e técnicas mais avançadas
16h00: Introdução ao material para a montagem de plumas
16h30: Montagem de plumas
18h00: Fim dos trabalhos
 
O Workshop terá uma componente teórica e outra prática , pelo que os participantes que tenham material de pluma deverão traze-lo por questões de logística e para esclarecer alguma duvida no que respeita à utilização/montagem.
 
Inscrições
Data limite de inscrições: 18 de Abril de 2013
 
Inscrições em:
 
Para esclarecimento de dúvidas:
912 441 996
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

quarta-feira, março 20, 2013

3.ª Feira de Pesca Lúdica e Desportiva de Setúbal


Organização: Câmara Municipal de Setúbal

Enquadramento: 11os Jogos do Sado

Apoio: Águas do Sado

Conceito: Feira interactiva de pescadores para pescadores.

Data: 19, 20 e 21 de Abril de 2013

Local: Parque Urbano de Albarquel, em Setúbal

Programa:

19 de Abril:

17.30: Cerimónia de Abertura
18.00: Abertura oficial da Feira ao público.
23.00: Encerramento da Feira ao público.

20 de Abril:

08.00: Início da realização de concursos
10.00: Abertura da Feira ao público e início do período de testes práticos de materiais, tratamento de temas, debates e workshops.
11.00: Animação no recinto da feira.
19.00: Fim do período de testes práticos de materiais, análise/debate de temas e workshops.
21.00: Animação no recinto da feira
00.00: Encerramento da Feira ao público.

21 de Abril:

08.00: Início da realização de concursos
10.00: Abertura da Feira ao público e início do período de testes práticos de materiais, tratamento de temas, debates e workshops.
15.30: Início do período de pesagem e entrega de prémios dos concursos.
20.00: Encerramento de todas as actividades da Feira.








quinta-feira, março 07, 2013

Jigging Profundo - Uma opção de Inverno

Boa noite a todos.
Nesta entrada irei falar das últimas saídas ao jigging que tive o prazer de realizar nos meses de Janeiro e Fevereiro deste ano de 2013.
Apesar de o tempo não ter sido do mais favorável, como é natural nesta altura do ano, das vezes que conseguimos sair e apanhámos o mar calmo e pouco vento decidimos apostar em pescar mais fundo que o habitual, nomeadamente entre os 100 e os 200 metros de profunidade, por vezes até um pouco mais.
A razão desta escolha prende-se com o facto do ano passado termos tido bons resultados a pescar a esta profundidade nesta altura do ano, com temperaturas da água do mar muito similares, na ordem dos 12ºC/14ºC.
Procurámos fundos mistos e de vaza, com inclinações acentuadas, onde a corrente possa embater contra as paredes ou os declives do fundo, criando zonas de atracção para possíveis predadores.
Normalmente ao zagaiar propositadamente a profundidades maiores que 100 metros usamos jigs de 200 gramas e superiores, simplesmente devido à deriva que por vezes é  bastante acentuada.
Torna-se necessário um jig que profundize rapidamente e que nos permita pescar à vertical o mais possível, caso contrário iremos fazer muitas recolhas quase horizontais em relação ao barco, devido à deriva que nos leva para longe do ponto inicial de onde deixámos descer o nosso jig para o fundo. Para além de extremamene cansativa e desagradável, ao recolher o jig quase na "horizontal" acabamos por não o conseguir animar devidamente.
Pescando no profundo, regra geral gostamos de insistir nos primeiros 10/20 metros mais perto do fundo, deixando o jig embater contra fundo primeiro.
A estas profundidades existem muitas espécies que podem atacar os nossos jigs, e pessoalmente fico sempre na expectativa, pois pelo menos para nós, as surpresas a nível de espécies têm sido algumas.
Uma das espécies mais comuns que temos encontrado é o peixe espada branco ( Lepidopus caudatus, achamos nós...) e é essa que temos tentado com mais regularidade.
No entanto por vezes apanhamos outras espécies junto ao fundo, como cantaris, e mesmo o humilde carapau, que já tem atacado os nossos jigs bastante fundo.


Mário Rodrigues com um exemplar de bom tamanho, bem vísivel o promenor da dentição.
 Quando zagaiamos aos peixes espada usamos normalmente jigs longos, finos e pesados, devido ao que referi acima, equipados um assist hook com anzóis de bom tamanho podendo este ser complementado por um segundo assist curto na cauda do jig ou um single hook simples, para aumentar o ratio de ferragens.
Os jigs curtos e largos também resultam, no entanto preferimos os long jigs por regra geral afundarem melhor.
Temos constatado que os "espadas" formam cardumes de bom tamanho, e quando ferramos um normalmente seguem-se várias capturas a bom ritmo, apesar de por vezes estarem localizados em áreas muito definidades, numa margem batimétrica por vezes de 10 metros, quando assim é, é muito útil a utilização de um multifilar com marcação colorida de 10 em 10 metros (ou similar), para além disso somos obrigados a corrigir bastante e a realizar várias derivas, senão corremos o risco de pescar no vazio e em vão.
Em relação às animações, apanhámos esta espécie tanto pescando rápido e com toques curtos, como pescando lento e com toques de maior amplitude e maios espaçados entre sí.
Pessoalmente gosto de uma animação lenta, com toques sincronizados com o movimento da manivela do carreto e a cana encaixada debaixo da axila.

Pedro Santos com um exemplar excelente de mais de 5 kilos sendo o regular cerca de 2 kilos.
A esta profundidade estão muitos metros de multifilar dentro de água, a poupança de energia e dos nossos músculos é vital se queremos pescar efectivamente várias horas consecutivamente.
Temos tido resultados com várias cores, desde azulados aos prateados, e com cores naturais que imitam cavalas, carapaus e sardinhas.
Mais uma vez pessoalmente prefiro as cores "glow" fluorescentes, e tenho tido bons resultados com elas.
Infelizmente estes peixes não são lutadores explosivos ou de resistência como os lírios por exemplo, ou os serras, no entanto os exemplares grandes fazem bastante resistência, especialmente ao ínicio da luta, e é necessário aplicar força até os conseguirmos começar a "bombear" estes peixes, após essa dificuldade inicial é uma questão de manter o ritmo e a força, mas como estamos a pescar bastante fundo torna-se uma luta desgastante especialmente se capturarmos vários exemplares num curto espaço de tempo.
As canas devem ter capacidade para animar jigs de 300 gramas ou mesmo mais podendo já ser consideradas canas de jigging pesado, não pelas qualidades de lutador que estes peixes têm, mas porque com canas mais ligeiras e que até poderiam benificar esta espécie em termos do valor desportivo da sua luta, torna-se muito díficil animar as zagaias pesadas tão fundo.
Para os carretos, muita resistência é necessária pois é uma pesca de desgaste, a meu ver no mínimo um tamanho 8000 (Shimano) ou 6000 (Daiwa).
Curiosamente somos obrigados a usar leaders de fluocarbono grossos (50 lbs ou mesmo mais), pois estes peixes têm a péssima tendência em morder o leader e é frequente perder-se jigs subitamente, o que é facílimo de acontecer se pescarmos com leaders mais finos.
Quando estão muito encardumados por vezes até atacam o próprio multi, o que é desastroso para nós e para o nosso stock de jigs, split rings, anzóis, etc....


Pedro Santos com o promenor do teaser utilizado no assist hook.









Graças ao Pedro Santos, ávido praticante de jigging e spinning, descobrimos que a utilização de pequenos teasers nos assist hooks, geralmente um polvinho de silicone, aumenta significativamente o número de ataques vs um anzól simples.

António Gouveia com mais um bom exemplar.






A grande maioria das vezes encontramos estes peixes a partir dos 100 metros, curiosamente, nos dias de água mais fria (12,5ºC e 13ºC) foram os dias em que os encontramos  suspensos a menores profunidades, acima dos 100 metros.
É uma pesca diferente mas divertida, e que com algum esforço de procura em relação a locais com as características adequadas pode resultar em dias de muitas capturas.
O nosso País tem uma costa tão vasta, e existem imensos sítios onde provávelmente nunca ninguém largou um jig, quem sabe o que se poderá apanhar? E quantas vezes não se experimentam técnicas por se partir do pressuposto que não existem espécies adequadas para essas mesmas técnicas resultarem?
Um muito obrigado ao Pedro Santos (http://pescaemsintra.blogspot.co.uk/), Mário Rodrigues e António Gouveia pela vossa companhia, amizade e fotos, grande abraço amigos!

A.G e "yours trully" com uma dupla captura, comum quando se descobre um cardume de boas dimensões.

Até ao próximo lance, ou drop
Desde terras de Sua Majestade
Mas sempre junto à água

Pedro Russo 

 

quarta-feira, fevereiro 20, 2013

Vou ficar sem um parceiro de pesca…

Vou ficar sem um parceiro de pesca e porquê?
 
Não será por razões pessoais, mas sim por um motivo mais grave.
 
Parece que temos enfermeiros a mais, uma verdade em que eu acredito a SEM por cento (atenção que o SEM é deliberado).
Profissionais qualificados vêem-se obrigados a ir para fora para tentar exercer a sua profissão com a dignidade que merecem.
 
Não me alongo com mais considerações porque este blog é sobretudo de pesca, mas não podia deixar de assinalar esta partida.
 
É por este motivo que eu vou ficar sem um dos meus parceiros de pesca, o meu amigo Pedro Russo, que vai para Inglaterra.
Com a amargura de uma despedida, que sei que será compensada sempre que o Pedro cá voltar e partilharmos novamente bons momentos de pesca e companheirismo, deixo aqui os meus votos de felicidades para o Pedro e para a namorada.
 
Quanto a pescas, desejo que esta experiência lhe abra novos conhecimentos e que encontre novos parceiros para partilhar a nossa paixão, o nosso vício permanente.
 
Um grande Abraço
 
PS: Fico à espera de um post intitulado «Bacalhaus nas Ondas».
 

quarta-feira, janeiro 23, 2013

Rapala knot

Este nó é muito utilizado para unir o leader às amostras quando estas não têm split ring, sem usar o clip.

A linha branca é o leader (monofilamento).

Dá-se um nó cego sem apertar.
Passa-se a ponta da linha pelo olhal da amostra.
Fazemos passar a linha pelo nó cego mas no sentido contrário ao da saída.
Damos umas cinco voltas.
E fazemos passar a linha novamente pelo o meio do nó cego.
Volta-se a fazer passar a linha pelo meio da laçada que se fez ao passar pelo meio do nó cego. 
Passa-se saliva e aperta-se.
Cortamos o excedente.


Este texto foi publicado na revista Mundo da Pesca