domingo, setembro 29, 2013

Memórias do Verão - Pesca à superfície embarcada

No Verão de 2011 tive oportunidade de pescar à superfície de barco em águas insulares pela primeira vez.
É uma pesca emocionante e divertida, e uma das conclusões a que cheguei é que realmente nunca temos certeza de que espécie nos vai atacar a nossa amostra até ao momento final.
Originalmente as nossas espécies alvos eram as bicudas e as anchovas (estas últimas também frequentes das nossas águas continentais nalgumas regiões do país e alturas do ano).
 No entanto, os predadores pelágicos de outras espécies poderiam em teoria atacar as nossas amostras, como os serras (bonito do atlântico), pequenos gaiados, bacoretas, e lírios.
 Utilizando pencil poppers e poppers conseguimos capturas de anchovas e bicudas de bom porte e lírios, estes últimos espécie altamente combativa e que levou aos limites as canas de spinning (de robalo) que na altura utilizámos.
Os ataques às amostras de superfície são imprevisíveis e fulminantes, muitas vezes atacando apenas quando a amostra já se encontrava praticamente encostada ao casco do barco, no entanto pudemos constatar que as pausas, mesmo para estes predadores agressivos, fizeram a diferença, e que quando as introduzíamos a frequência de ataques aumentava.
Paralelamente ao spinning que fazemos na nossa costa ao robalo, as horas do nascer e por do Sol foram sem margem de dúvida as mais produtivas.
Partilho convosco algumas fotos, em salutar recordação de bons momentos.







Um especial agradecimento e abraço a Artur Rodrigues e Luís Barrulas, companheiros de expedição e autores das fotos.

Até ao próximo lance!

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