segunda-feira, Fevereiro 24, 2014

Black Minnow...a vedeta

Da Fiish chegou-nos há algum tempo este vinil maravilhoso...sempre na minha caixa de pesca.



Espantosa acção dentro de água e irresistível para os robalos...indispensável!

segunda-feira, Dezembro 23, 2013

J a n t a r   d e   N a t a l   2 0 1 3
O Team Robalos nas Ondas deseja um Bom Natal e um Excelente Ano 2014

quinta-feira, Novembro 28, 2013

Workshop sobre a pesca ao Achigã em Pedrogão Grande!

Workshop sobre a pesca ao Achigã em Pedrogão Grande!
Porque pescar é um ato continuo de aprendizagem, e a partilha de experiencias é uma mais valia para todos, no próximo dia 18 de Janeiro não faltes!
Com Nuno Cabrita e Sérgio Silvestre!
Inscrições abertas, 10 euros com almoço incluído.


domingo, Novembro 17, 2013

Resistes ou Desistes?


Novembro tem-se revelado um mês cruel no Leste de Inglaterra.
Dias curtos e frios, aos quais apesar de nove meses passados e muitas libras estrelinas investidas em roupa outdoor, ainda não me habitutei, e sinceramente não sei se alguma vez o farei.
Seja como for, o vício da prática da pesca matém-se, e já que os robalos do Mar do Norte não querem colaborar, pois provávelmente já nem cá estão por esta altura, com a água do Mar ao fundo da rua a rondar os 10ºC e com a sua habitual tez escura que faz parecer o meu Estuário do Tejo as Bahamas.
Talvez uns bacalhaus com vinil se insistir na água salgada e aguentar o frio? Mas isso será para outra altura....
Entretanto vou investindo na água doce.
O acesso mais fácil e presença de predadores, lúcios e percas europeias, ajuda na escolha.
Ultimamente tenho pescado no rio Wensum, que atravessa parte de Norfolk até se juntar ao grande Yare, rio este já de caudal considerável.
O Wensum atravessa também a antiga cidade de Norwich, e é aí que tenho feito as últimas investidas.
Para meu grande espanto, conto pelos dedos as vezes que encontrei outros pescadores a pescar à amostra, seja esta rígida ou vinil, tanto aos lúcios como às percas.
Pelo que conversei com alguns dos meus amigos pescadores britânicos locais, a maioria dos pescadores de amostra que se dedicam aos lúcios investem grande parte do seu tempo nas Broads, sistema de rios e lagos que cruza grande parte de Norfolk e que é considerado um paraíso para a pesca aos pikes (lúcio).
Para quem estiver intressado, e aqui fica um site do estado britânico, sobre as Broads, onde ficar, que espécies pescar, as leis vingentes, etc...
http://basgonline.org/wp-content/uploads/2011/06/AngleontheBroads.pdf
Há que admirar como aproveitam ao máximo as condições que têm para a prática da pesca, e aqui sim, vê-se o dinheiro das licensas investido em prol da conservação das espécies alvo por parte dos pescadores desportivos e da manutenção das margens dos rios e lagos, incluíndo zonas para quem tem necessidades de acesso e mobilidade especiais.
Em tudo faz lembrar como os consecutivos governos portugueses investiram o dinheiro das nossas licenças não é?
Voltando ao rio Wensum e Norwich, dou comigo a ser normalmente o único a tentar os pikes com amostras artificais. A grande maioria dos pescadores que encontro ou está à pesca de outras espécies (tencas, bremas, etc...) com isco, ou então tentam os pikes com isco vivo ou morto, para minha surpresa descobri que cavala e arenque são dos iscos mortos mais usados.
De início hábito um pouco estranho para mim, já que são peixes de água salgada, mas seja como for, aparentemente resultam.
Em relação às amostras, tenho basicamente "importado" as técnicas que em Portugal uso aos robalos e mesmo às corvinas, fazendo algumas adaptações.
Tenho tido muito bons resultados com shads/swimbaits como os Lunker City Shaker, ou os Big Hammer, montados com um cabeçote ligeiro, de 7 a 12 gramas, pois o rio é baixo, e adicionando uma fateixa um pouco atrás do cabeçote, montada com fio de aço, pois como descobri por mim próprio, os dentes dos lúcios não dão chance a qualquer fluocarbono ou amostra de vinil.
Aqui fica a partilha do último grandote do Wensum.
 




Depois de uma boa luta, a aceitação e um sorriso genuíno.

Outro aspecto muito gratificante é introduzir novos amigos à pesca com amostra, e não há nada melhor que começar com um bom exemplar, que foi exactamente o que fez o meu colega e amigo Pedro Catarino, com o seu primeiro peixe apanhado à amostra...


Que estreia!

Tudo isto num espaço público, sempre a ir à aventura, apenas estudando o Google Earth e o que nos vai aparecendo à frente, aplicando noutro local e noutras espécies o que em Portugal se foi aprendendo.
Após um snap shot, ambos os peixes foram libertados em condições.


Até ao próximo lance, de preferência com outro crocodilo de água fria ao colo!