quarta-feira, janeiro 23, 2013

Rapala knot

Este nó é muito utilizado para unir o leader às amostras quando estas não têm split ring, sem usar o clip.

A linha branca é o leader (monofilamento).

Dá-se um nó cego sem apertar.
Passa-se a ponta da linha pelo olhal da amostra.
Fazemos passar a linha pelo nó cego mas no sentido contrário ao da saída.
Damos umas cinco voltas.
E fazemos passar a linha novamente pelo o meio do nó cego.
Volta-se a fazer passar a linha pelo meio da laçada que se fez ao passar pelo meio do nó cego. 
Passa-se saliva e aperta-se.
Cortamos o excedente.


Este texto foi publicado na revista Mundo da Pesca


terça-feira, janeiro 08, 2013

Arrábida da Serra ao Mar - Património Mundial da Unesco

Programa emitido na SIC no dia 6 de Janeiro de 2013.
Parabéns à realização de Luís Quinta e Ricardo Guerreiro, produzido pela TRADIVÁRIUS e patrocinado pela AMRS (Associação de Municípios da Região de Setúbal).

sexta-feira, janeiro 04, 2013

Improved clinch knot

Este nó é muito usado para unir o leader às amostras quando estas têm split ring ou quando se usa clip (este deve ser usado quando a amostra não tem o split ring ou foi retirado).


A linha branca é o leader (monofilamento).

Vamos passar o leader pelo split ring.

Dão-se umas seis voltas em torno da linha.

Introduz-se a linha pelo o meio da primeira volta.

De seguida, passa-se a linha pela laçada que se fez ao passar a linha pela primeira volta.

Antes de apertar não esquecer de passar saliva para não danificar a linha.

Cortar o excedente.

Para usar improved clinch com clip os passos são os mesmos.

Este texto foi publicado na revista Mundo da Pesca


quarta-feira, janeiro 02, 2013

Canoeman Loop Knot

O nó Canoeman loop também é conhecido por Mickey Mouse loop como veremos no final da execução, pois, ao observá-lo, facilmente podemos imaginar as orelhas do nosso amigo de infância.
Este nó é muito usado na pesca com vinis quando se pretende um nadar mais solto mas também pode ser usado com amostras “duras”.
Para melhor visualização dos passos, as mãos não foram fotografadas mas, ao longo da explicação, vou dando informações relativamente à forma como se segura o conjunto.

Passa-se a linha pelo olhal do anzol.
 
Segura-se a amostra com o polegar e o indicador da mão esquerda junto à cabeça/olhal do anzol.
Fazemos uma laçada, levando a linha da frente para trás e ficando esta presa junto do olhal do anzol.


Seguidamente, voltamos a fazer uma segunda laçada, levando novamente a linha da frente para trás, de forma a ficar presa junto à primeira.
Introduzimos, então, a segunda laçada pela frente da primeira laçada.


Depois, vamos passar a ponta da linha pela frente, no meio da segunda laçada.
A ponta da linha vai ficar segura entre o nosso polegar e o indicador e devemos puxar pela parte da linha que vai para a cana, no sentido desta.


Aperta-se, sem esquecer de passar saliva.



Corta-se o excedente, deixando um pouco para alguma segurança.
Este nó, que pode parecer complicado inicialmente, torna-se muito fácil com o uso e permite capturar grandes exemplares.

 
Este texto foi publicado na revista Mundo da Pesca.




quarta-feira, dezembro 12, 2012

4ª edição - Jantar Natal 2012

Desejamos a todos os nossos amigos um
Bom Natal e um Excelente ano de pescas em 2013 !!!

Jigging Insular - Junho de 2012

Partilho convosco um pequeno vídeo, maioritariamente de ferragens  e alguns momentos de luta com vários peixes insulares, de uma pequena "expedição" que eu, o Artur Rodrigues, Pedro Santos e Nuno Andrade tivemos o prazer de realizar em Junho de 2012.
O tempo não colaborou, no entanto ainda deu para sairmos três vezes ao mar para nos dedicarmos ao jigging, e em menor escalar ao spinning embarcado às anchovas com amostras de superfície.
De notar que a qualidade de edição do vídeo (mea culpa) é sub par, e que existe uma gafe no final do mesmo.
Irei mais tarde realizar uma versão mais completa, onde focarei mais os peixes, mas até lá, deixo-vos com este "protótipo",  que aconselho ver na opção HD do Youtube.



Até ao próximo lance, ou drop...!

sábado, outubro 27, 2012

Expectativas para o Jigging de Outuno

Com a chegada do Outono, a temperatura da água do mar na nossa costa continental começa gradualmente a decrescer.
Para minha grande infelicidade, as probabilidades de encontrarmos espécies pelágicas nas nossas saídas de jigging e spinning embarcado também começam a diminuir.
No entanto nem tudo são más notícias, e podemos começar a acreditar mais firmemente que os robalos comecem a atacar os nossos jigs com mais regularidade.
A ver vamos, que a Natureza nos últimos tempos não tem seguido as suas "rotinas" habituais de outros anos.
Aqui fica a partilha de o último robalo que tive o prazer de capturar à zagaia.
Insistimos numa bola de comedia, sem grandes resultados, no entanto esse robalo lá andava "perdido", quem sabe à caça de bogas e carapaus.



Desta vez a cor natural e o perfil curto e largo resultaram bem, outro aspecto que à primeira vista pode parecer exagerado é o tamanho do anzol.
Apesar do grande tamanho do anzol que usei, os robalos têm uma boca bastante grande, como tal creio que não seja grande problema.
Mas se estiver a zagaiar 100% aos robalos, por normal uso anzóis um pouco mais pequenos e finos.
Veremos como corre o resto do Outono...

Até ao próximo lance! Ou drop!

Pesca lúdica reconhecida pela UE

No passado dia 15 de maio o Comité das Pescas do Parlamento Europeu adoptou uma resolução convidando a Comissão Europeia a avaliar o papel ...