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terça-feira, abril 03, 2012

Vinilando

Aproveitando a quase ausência de vento, na companhia do António Gouveia, lá se realizou mais uma pesca.
A ideia era experimentar um local com muito pouca ondulação, e fundo, um pesqueiro de pedra relativamente alto e com uma profundidade de apróx. 10 metros.
Decidimos utilizar vinis com cabeçotes entre as 20 e as 30 gramas, deixando-os afundar até junto ao fundo, e de seguida vir recolhendo até à superfície com toques e pausas, quando chegavam perto da superfície, abria-se a asa de cesto do carreto para o vinil voltar a afundar até ao fundo, e assim recomeçar a animação, batendo quase toda a coluna de água.
Insistimos sem grande resultado, no entanto, já passado algumas horas, eu sinto um toque que não consegui ferrar.
Volto a lançar, e praticamente à mesma distância onde tinha sentido o toque, tenho um novo ataque à amostra, que desta vez não se desferrou.




Mais uma vez, mesmo com águas lusas, o laranja à noite provou ser eficaz.
Continuámos sem grandes resultados.
Terá sido um peixe de passagem?
Quando se dá uma captura solitária, muitas são as questões que surgem.
Será que o peixe lá estava, mas nós é que não estavámos a utilizar a técnica e amostras mais correctas para os capturar?
Foi preciso aguardar mais um par de horas até o A.G ferrar o que parecia ser um belo peixe.





Depois de uma intensa mas curta luta, revelou ser um belo robalo, que viria a ser o maior da noite.
Após um ano de uso intensivo, os jigs OLAF e os vinis tipo swimbait/shad mantêm-se entre os nossos conjuntos preferidos.


E assim se passaram umas belas horas a praticar o nosso desporto preferido.

Até ao próximo lance!

quarta-feira, agosto 10, 2011

Go home baby!

Aproveitando a calmaria generosa saí-se à procura.

Sonda-se, trabalha-se, e às vezes, acha-se.



Ferra-se, e combate-se.



Domina-se, com gentileza, o nosso adversário.




Guarda-se uma imagem para a posteridade.



É altura de voltar ao seu meio.



Oxigena-se...


E por fim a ansiosamente esperada liberdade.



Celebra-se, e espera-se que no futuro voltemos a entrar em duelo.

Agradeço ao skipper M.R pela saída, e ao L.B pelas suas sempre fantásticas fotos.

terça-feira, junho 28, 2011

Double Strike!

Apesar do vento brutal e da ondulação desordenada e forte corrente, com os esforços do skipper Mário Rodrigues, numa das várias derivas efectuadas nos pontos que nos pareciam mais propícios e avaliando as marcações da sonda, eu e o Pedro ferrámos dois robalos simultâneamente.




As amostras utilizadas foram swimbaits de vinil, com os seus respectivos jigs OLAF.
O Pedro optou por uma cor natural, e eu pelo laranja.
Seja como for, ao passar no cardume, os peixes não se fizeram rogados e atacaram com segundos de diferença.
E assim se compôs uma pesca rápida de final de tarde, pescando em locais desconhecidos e com muito trabalho de sonda.
Resolver o puzzle de possíveis novos pesqueiros, é para mim, um dos factores mais aliciantes da pesca com amostras artificais.
Quantos mais pesqueiros "dominamos", mais hípoteses temos de consoante as condições de dado dia, obter sucesso na pesca aos predadores.

segunda-feira, maio 30, 2011

Procurando os Robalos

Aproveitando os dias de bom tempo do mês de Maio que já lá vai, o team reuniu-se para fazer umas saídas apeadas e embarcadas à procura dos nossos amigos robalos.
Felizmente para nós, tivemos alguma colaboração da parte dos nossos amigos robalos.
Saímos bem cedo para aproveitar a calma matinal e as primeiras horas de luz.


Depois de chegarmos aos pesqueiros escolhidos, foi altura de muito trabalho de sonda, e posicionamento do barco por parte do skipper Mário Rodrigues.
Com alguma paciência e insistência, os resultados foram aparecendo.







A pesca de costa nocturnas também deu sessões bem divertidas, onde a capacidade de ferragem foram fundamentais.





O António Gouveia, tanto de barco com de costa foi sem dúvida o Rei do Choco.
É em quantidade e qualidade, até com vinil!








E assim se vai passando o tempo até Julho.


Está quase...!


Pedro Russo

quarta-feira, setembro 01, 2010

Foram 15 dias num dos "pedaços" do nosso País que mais gosto.
Saídas ao mar houve com fartura, os robalos colaboraram simpáticamente, apesar de tamanho modesto.
Sabe sempre bem poder pescar à superfície com boas condições.
Os maiores que me brindaram, como diz o meu amigo Carlos Lázaro, "fintaram-me bem".
Ainda bem, é o desafio que nos faz sentir vivos!
Aproveito para agradecer ao Carlos a sua amizade e disponibilidade!












Até houve direito a uma novidade pessoal a nível de capturas, um rascasso que se atirou a um senko branco.
Um rockfish em rockfishing.
Até ao próximo lance, e aproveitem o mar bom enquanto dura!








quarta-feira, maio 12, 2010

Consolidação de Conhecimentos

Na pesca com amostras artificiais, seja qual for a sua vertente, apenas depois de muitas experiências, de muitas sessões de tentativa e erro é que se consegue alcançar a tão difícil regularidade a nível de capturas, regularidade essa que é sempre imprevisível.
Afinal, a pesca desportiva é tudo menos uma "ciência" exacta, e até mesmo os mais experientes e com muitas horas a lançar amostras obtêm os resultados inversos às suas expectativas, sejam elas boas ou más.
Falando em experiências e aprendizagens, o ano passado foi bastante rico em ambas, ontem tive tempo livre e decidi ir fazer duas coisas diferentes:

1º - Testar um possível pesqueiro novo o qual já me tinha chamado a atenção.
2º - Testar a sensibilidade da minha nova aquisição, uma Gloomis SJR 783 MH 6'6'' IMX, em acção de pesca nocturna.

O pesqueiro escolhido é uma zona bastante baixa, com cerca de 1,5 metros de altura na máre vazia (no máximo) mas de corrente aceitável.
Nunca lá tinha pescado, mas sabia de antemão, pelos relatos dos vários pescadores de surfcasting que lá estavam, que por vezes saíam por ali uns robalos e uma ou outra corvinota.

Comecei uma pesca lenta de prospecção, com animações que através da experiência aprendi que são bastante eficazes especialmente para as corvinas (em relação a essas animações especificas, ficará para mais tarde :) ), montando um shad Powerbait da Berkley e um cabeçote articulado da Owner de 10 gramas, que promove uma natação bastante errática e maximiza ainda mais as vibrações emitidas pelo vinil.

A sensibilidade do carbono IMX da Gloomis é sem dúvida bastante boa, para além do lançamento ser excelente, conseguia sentir na perfeição a amostra a trabalhar e a tocar no fundo, distinguindo lodo de pedra sem qualquer dificuldade.

Batendo a zona em leque ao fim de cerca de 6 ou 7 lançamentos sinto um toque franco e faço o movimento de ferragem, no qual a acção rápida da cana ajuda bastante.
Ferro o adversário que estava no outro lado da linha e este rapidamente começa uma corrida longa e forte, típica de uma espécie...

Estava a pescar com o meu velhinho Daiwa Emblem-S 2500 por ser leve, para não desiquilibrar a cana.
O drag estava ao rubro, fechado rés vés ao que o Fireline 0,17 e o baixo de Seaguar AbrazX 0.33 mm pode suster com segurança.

A luta foi emocionante e é sempre óptimo sentir a adrenalina ao lutar com um bicho que ameaçava ser de boas dimensões.

Corridas longas e fortes, com o drag a apitar à séria, seguidas de paragens bem coladas ao fundo.

Mas os minutos foram passando e o meu adversário foi-se cansando aos poucos, quando parava rapidamente tentava "bombear" o peixe para cima.
No entanto a brincadeira correu sérios riscos de dar para o torto quando o peixe já estava bem da margem, teimava em embicar para uma série de rochas submersas, com calma, trabalho de cana e carreto e alguma sorte à mistura lá se evitou que roçasse de vez numa rocha.

Por vim o bicho veio ao de cima, e revelou-se ser este bonito animal:


Pesou 13 kilos e picos, e estava em boa forma.


Aproveito para agradecer ao Sr. Carlos, pescador de surfcasting que estava por lá, pelas fotografias que tirou.




A ferragem foi bastante eficaz, ficando o anzol cravado mesmo no "osso", a rapidez da cana juntamente com o movimento de ferragem e a qualidade do anzol todos contribuiram para o sucesso.

Mais uma vez fica demonstrado que aplicar conhecimentos aprendidos através da experiência em novos pesqueiros por vezes dá resultados, claro que para isso é preciso tempo à borda de água e muitas grades pelo meio, mas mais uma vez sobre as animações específicas e material, ficará para outro post!

Até ao próximo lance! Haja tempo para pescar!


segunda-feira, abril 12, 2010

Fui, Vi, e Vim.

Nestes dez dias que passaram tive a sorte de dar uma voltinha pela Europa, fazendo o percurso França -> Bélgica -> Holanda.
Foi uma experiência da qual guardarei memória, foi excelente ver maneiras de pensar, organizar e de ser novas. Cidades imponentes e paisagens diferentes, enfim, sair fora do nosso Portugal e ver o que há lá fora.

Claro que na véspera da partida fui à pesca, e logo no dia seguinte à minha chegada voltei a ir à pesca.

Há que compensar os dias sem H20 e sal.

Na primeira sortida fiz uma pesca com material ligeiro e "vinilada".
Para além disso também tive oportunidade de brincar com material de casting "a sério".
Ambos os robalos foram capturados com uma cana com uns aninhos, uma Berkley The Pulse (Obrigado Alexandre Alves), cana muito ligeira feita para a pesca aos achigãs, mas que a meu ver é bastante útil para pescar aos robalos em sítios sem grandes obstáculos e onde seja necessário ter bastante sensibilidade para cabeçotes leves/amostras pequenas.
O carreto usado foi um Daiwa Emblem S 2500 que também já tem uns aninhos.

Após a foto o robalo foi prontamente libertado.

Passados alguns minutos, com o mesmo material, ferrou-se um maior.

Com o material de casting (Obrigado Sérgio Silvestre) apenas consegui amigos desses, como o da imagem acima.
Fiquei muito impressionado com a sensação de força que esta cana (e julgo que a maioria das de casting) transmite, pelo menos aos boca grande (sim, estes são os verdadeiros boca grande ^^ ) as ferragens foram fulminantes.

Depois da viagem, mais uma pesca, desta vez em menor quantidade mas em melhor calibre.


Para além do robalo simpático da foto apanhei mais outro, bastante pequeno, que foi prontamente devolvido.
A amostra utilizada foi uma Delalande Picol'Eau que trouxe de França, ao menos parte do dinheiro em "souvenirs" foi investido em amostras que trabalham.
Mais uma vez usei o mesmo carreto Daiwa velhinho e a minha BPS Bionic.

Até à próxima e que o Sol continue a brilhar!

domingo, outubro 11, 2009

Finesse?!

Hoje demanhã, fui na companhia do Júlio (o meu pai), e do amigo Delfim, fazer uma pesca de barco pelo Tejo.

O rio apresentava alguma ondulação e o vento forte que se fazia sentir, aliado com a forte corrente vazante tornava muito difícil colocar as amostras a trabalhar nos pesqueiros pretendidos.

A manhã passou apenas com alguns toques casuais, sem nenhuma captura, nem os nossos amigos "tamboris do Tejo" deram sinais de vida.

Numa última tentativa antes de darmos por terminada a manhã de pesca, fomos fazer uns lançamentos a uma zona mais abrigada, de águas praticamente paradas, e muita estrutura para as amostras baterem.

Experimentei vários vinis sem resultado.

Estava a pescar com a cana Shimano Speedmaster AX Jigging/Jerk.
Mede 1,80 m, tem uma acção de ponta rápida, C.W. de 20-70 gr. e a Shimano classifica-a como XH (extra pesada).
É uma cana muito leve, sensível, e com muita, mas mesmo muita força para trabalhar peixe grande.
Trabalha na perfeição vinis com cabeçotes de 14 gr. até zagaias de 60 gr. (pelo menos em relação ao material que eu já experimentei).
Muito obrigado Carlos Fazenda!

Resolvi então montar um cabeçote shakey head da Strike King, de 3/8 de onça com uma Trick Worm da Zoom.

Tentei trabalhar a amostra junto ao fundo com pequenos toques de ponteira.
Apesar desta não ser adequada para esta técnica de finesse, dá para o "desenrasque".

Ao recolher a amostra para um novo lançamento, já com a amostra a cerca de 1 metro da superfície e junto ao casco do barco, vejo sair disparado um robalo vindo do fundo, que ataca a amostra com violência.

Não estava nada à espera dum ataque daqueles, pelo menos tão perto da superfície e do barco!

Depois de uma luta valente, o peixe acabou por dar-se como vencido.


Revelou ser um robalo robusto, bastante largo para o seu comprimento.



Em relação ao restante material, foi o habitual.
Twinpower 4000 FB, Power Pro 0,15 mm e Seaguar AbrazX 15 lbs.

E assim lá se safou a grade a muito custo, com uma pesca finesse muito albrabada e improvisada, mas que desta vez, lá resultou.

Até ao próximo lance do Robalos nas Ondas!

domingo, setembro 20, 2009

Há uma semana atrás...

...fui à pesca até ao Tejo.
Apesar de em Setembro as corvinas já se encontrarem a caminho do mar aberto e das águas oceânicas, ainda tive a sorte de enganar mais uma juvenil.


Pesou 10,5 kg no grip/balança.

Deu uma luta considerável, ajudada também pela forte corrente vazante que não dava tréguas.
Foi um ataque bastante súbito, aniquilando um shad de vinil, que eu estava a deixar trabalhar contra a corrente cerca de um metro acima do leito do rio.

Agora, em príncipio só para o ano!

Em relação ao material foi o usual, cana BPS Bionic Blade MH, Shimano Twinpower 4000 FB com multi Power Pro 15 libras (ao invés das 10 libras habituais) + baixo de fluocarbono 0,37 mm da Seaguar.
A amostra foi uma Swim Shad (penso eu) da Storm, na cor firetiger, de 40 gramas.

Se tudo correr como é hábito, encontros com tanta frequência com estas criaturas, só para o ano!

sábado, junho 20, 2009

Mission Acomplished!

Toques.
Os toques e as vibrações do jighead e do vinil a bater no fundo, de lodo, pedras, e areia.
Vou recolhendo lentamente, muito lentamente...pausa aqui, pausa ali, algumas de vários segundos.
Dou pequenos toques de ponteira, pequeníssimos, para o vinil rabiar junto ao fundo.
Subitamente...
Um pequeno peso na linha...a puxar na direcção contrária à qual recolhia.
Instintivamente faço um movimento de ferragem.
Um arranque súbito e bruto dispara a embraiagem do carreto, um assobio contínuo, sem pausas.
A adrenalina sobe...mas tento manter a calma.
O animal, fosse o que fosse, continuava a levar linha, a arrancar, com uma força que eu nunca tinha sentido antes, não dava as clássicas cabeçadas dos robalos, era sim uma força que não parava, uma teimosia, não subia à tona de água, não voltava para trás.
Quem mandava era o "bicho".
Aos poucos comecei a notar que os arranques tinham diminuído de intensidade, e de repente parou.
Estático, bem junto ao fundo, não ia para a frente nem para trás, dali não queria sair.
Mantenho a cana alta, usando a elasticidade da própria vara, para ajudar a "matar" o peixe.
Finalmente começo a conseguir recolher linha, metro a metro, eu fui recuperando "terreno".
Mas o animal não estava vencido, estava no meio dele, e quando menos eu esperava, voltava a arrancar, sempre da mesma maneira, apontava numa direcção e lá disparava uma série de metros, como um "comboio".
Os minutos passaram, as forças foram faltando ao animal, e finalmente, este veio à superfície, já não voltou a afundar, estava derreado, a luta tinha-lhe esgotado as forças.
Assim o segurei durante momentos, de barriga para o ar, à deriva.
Por fim foi cobrado, aliás, cobrada...




A minha primeira corvina.
Mediu 1,45 metros, e pesou 10 kilos certos.
Já tinha perdido três, à quarta foi de vez.

Insisti mais uma vez em utilizar material light (com o risco acrescido de perder o peixe).
Cana Bass Pro Shops Bionic Blade 1,95 m.
Shimano Twinpower 4000 FB com Power Pro 10 libras (o nosso 0,15 mm) e baixo de Seaguar AbrazX de 15 libras (o nosso 0,33 mm).

Em relação à amostra usei uma Zoom Trick Worms de 6" e um cabeçote da Strike King "Shaky Head" de 5 gramas.

Foi uma luta dos diabos, e uma adrenalina!
São por estes desafios que invisto o meu tempo a estudar os pesqueiros, as técnicas, a gradar e a voltar a gradar...
...Porque quando menos se espera, conseguimos!


(Um sorriso "parvo", mas a alegria era muita ;)



A equipa dos Robalos nas Ondas cumpriu a sua missão, capturar uma corvina com amostras, qual será a próxima missão?

Por fim, e não menos importante, queria agradecer a todos os que me têm ajudado a tornar-me num melhor pescador e acima disso, numa melhor pessoa.
Agradeço especialmente ao Alexandre Alves, sem ti este peixe não tinha saído, e eu não saberia metade do que sei hoje, um Muito Obrigado!


Missão Cumprida! Over & Out!

sábado, junho 13, 2009

"Robalos nas Ondas" embarcado!

Depois de ter aceite o convite do Francisco Pavia para ir fazer a minha primeira pesca embarcada aos robalos, lá saímos ontem no seu semi-rígido.
Pescámos dentro do Tejo, e pelo menos, não enjoei!
Apesar de termos insistido em sítios diferentes os robalos mostraram-se pouco activos.
A pescar com vinis ainda fiz dois peixes, um com cerca de quilo, e o outro, já com um tamanho simpático da foto abaixo.



Em relação ao material usei a cana da Bass Pro Shops Bionic Blade, de 1,95 metros.
O carreto habitual, Shimano Twinpower 4000 FB, com multi Power Pro 10 libras e baixo de Seaguar AbrazX de 15 libras.
Em relação às amostras usei várias, desde Zoom Super Flukes, aos Megabass X-Layer, sempre em cores com contraste forte, e na cor branca.


Foi uma experiência muito agradável e diferente, que abre um enorme leque de possibilidades ao pescador de amostras que está habituado a pescar de terra, para usar técnicas diferentes, e pescar com outro tipo de amostras e animações.
Sem dúvida, a repetir!

Até ao próximo lance, de barco, ou de terra!

sexta-feira, junho 12, 2009

Pescador de Amostras

Depois de algumas sortidas juntamente com o Xandre em que eu levei "vantagem" a nível de capturas, fui finalmente posto no "sítio".
O Xandre vingou-se por eu ter apanhado um Black Bass com 2 kilos, e ele um pato...
Como?
Eu apanhei três cachaços de quilo que prontamente libertei, e ele ferra, e cobra um robalo com 5 kilos.
Ferrado com uma G.Loomis, aquelas "caninhas" que a malta usa para o achigã, meus amigos...foi uma ferragem e uma luta simplesmente brutal!
Quem sabe, sabe!
Aqui fica a foto do Pescador de Amostras e do Robalo!



Cheers!

Pesca lúdica reconhecida pela UE

No passado dia 15 de maio o Comité das Pescas do Parlamento Europeu adoptou uma resolução convidando a Comissão Europeia a avaliar o papel ...