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terça-feira, outubro 11, 2011

Fase final de época

Neste final de Verão e início de Outono anormalmente quentes, as corvinas mantiveram-se dentro dos estuários mais tempo que o habitual.
No entanto a maioria dos grandes exemplares já seguiu para mar aberto, só voltanto a visitar águas de estuário para o ano, provavelmente.
A maioria das capturas têm sido feitas usando a Majorcraft Zaltz de Shore Jigging, que tem sido uma agradável surpresa, adaptando-se ao uso de vinis com cabeçotes relativamente pesados.


Usando vários tipos de vinis, desde stickbaits trabalhados muito lentamente a swimbaits recolhidos a meio da coluna de água, os resultados têm sido positivos.



Com cabeçotes até às 20 gramas, a cana transmite com sucesso os toques dos vinis a bater no fundo ou em estrutura, claro que com muito menos intensidade que uma cana específica para vinis e técnicas de fundo.



Em relação à potência a cana comporta-se de maneira muito diferente das canas de spinning dos "robalos".

A ponteira, apesar de rija comparada com uma cana de spinning "normal", tem um comportamento parabólico quando está sob tensão, no entanto, tal como nalgumas canas de jigging com uma acção parabólica, o 2/3 da cana tem uma potência brutal, dando bastante controlo quando se ferra um bom exemplar.
É de sublinhar a performance bastante positiva dos jigs OLAF, mesmo com exemplares de peso superior a dez quilos usando a embraiagem do Twinpower bastante cerrada.

Para as corvinas considero-a uma cana excelente quando é necessário pescar longe e mais pesado, o que nem sempre é o mais adequado em todos os pesqueiros onde é possível capturar corvinas.


Até ao próximo lance, quando o Outono chegar em força.



sexta-feira, setembro 30, 2011

Nós e os Nós

Alguns de nós não damos a devida atenção aos nós. Usualmente, quando nos apercebemos que a falha foi motivada por estes, já é demasiado tarde.
Ao falarmos de nós, entramos num mundo extremamente diversificado, onde nos podemos deparar com escolhas, funções e até gostos pessoais diversos, podendo investir nos melhoramentos, até conseguirmos o tal nó ao gosto do “cliente”.
Para começar, podemos identificar 3 tipos de nó: o nó torto, o nó direito e o Nó de escota.
O Nó de Torto, que normalmente denominamos como inútil ou que surge inesperadamente quando não elaboramos o Nó Direito corretamente.



O Nó Direito é um nó bastante fácil de elaborar e é usado para unir cabos da mesma bitola.





O Nó de Escota é outro nó de acessível execução, cuja função é unir cabos de bitolas diferentes.




Porquê eleger estes nós? Porque são mais fáceis de fazer e também podem surgir implicados na manufactura de outros.
Um outro nó também muito simples é o Nó de 8, que é usado para limitar um cabo ou para que este não esgace.



Em breve partilharemos informação sobre os outros nós que mais usamos nas nossas pescas.

quinta-feira, setembro 29, 2011

Extra Robalos - Munda da Pesca 3.ª Edição

Saiu hoje para a banca a terceira edição do Extra Robalos, do Mundo da Pesca. Com uma série de artigos sobre a pesca ao robalo e ainda com um video sobre spinning aos robalos e aos bonitos.


Boas leituras e apanhem uns robalos...e devolvam também alguns sempre que possível.


sexta-feira, abril 15, 2011

Novas abordagens - MC Zaltz 1062 MH Shore Jigging

Já tenho comigo a minha nova aquisição, a Major Craft Shore Jigging Zaltz, de 3,23 metros e de C.W até às 60 gramas.

É uma cana de duas partes, com passadores e porta carretos Fuji e excelentes acabamentos, anunciada com uma acção Regular Slow (regular lenta), e com um line rating de PE 3/25 libras.

Apesar de concebida para pescar com zagaias/casting jigs a partir de costa, é minha intenção também usar vinis grandes com cabeçotes pesados e amostras rígidas pesadas.

Já fiz algumas pescas com ela, experimentando tanto metais, vinis e amostras rígidas.

O lançamento é fenomenal, especialmente com os casting jigs.

Mesmo pescando com as 60 gramas a cana carrega no lançamento bastante bem, nunca transmitindo que está em esforço.

Também lança a grandes distâncias swimbaits de vinil com cabeçotes de 30, 40 e 50 gramas, fazendo poucos helicópteros comparando com as canas de "spinning" normais.Em relação à sensibilidade da cana para trabalhar estes vinis, o meu receio de não sentir o "bater" da amostra no fundo revelou-se sem fundamento, sentindo-se na perfeição, até com cabeçotes mais leves como p.ex 20 gramas.

Em relação às amostras rígidas, testei o lançamento com pencil poppers e poppers de 28 gramas até às 40, e revelou-se impecável, tanto no lançamento tanto como no trabalhar.

Lança também amostras rígidas como as Duel Aile Magnet e as LC Flashminnow 130 MR, sentido-se o vibrar das amostras, no entanto, apesar de ter uma acção lenta, é demasiado rígida para se conseguir animações técnicas com a mesma facilidade de uma cana mais leve.

Mas, para as lançar e trabalhar em mares grandes e com força (que para mim era um dos objectivos), cumpre sem problemas.

A cana transmite uma sensação de força imensa, sinceramente acho que é potente "demais" para os robalos, talvez a não ser com mares grandes e em sítios muito complicados (situações onde a irei usar), no entanto planeio também usá-la para pescar às corvinas, e aos pelágicos das águas insulares. Espero daqui a uns meses dar uma opinião pessoal mais detalhada sobre esta cana, de momento e tendo em conta que foi uma compra e escolha praticamente "no escuro", estou bastante satisfeito com a Major Craft.

domingo, novembro 07, 2010

Mar grande, peixe grado!

Com o mau tempo e mar grosso à porta, aqui fica um vídeo de uns rapazes australianos que ferram ao surfspinning e tiram uma corvina australiana (mulloway/jewfish) num pesqueiro díficil e com um mar bem batido.



É preciso saber-se o que se está a fazer, e ter sangue frio.

Cheers!

quarta-feira, setembro 22, 2010

Casting Jigs - Simplicidade ao alcance de todos.

Com o Verão chegaram o calor e o aquecimento das águas, condições que ainda podemos aproveitar no ínicio do Outono.
Quando estes dois factores se reúnem ao longo da costa portuguesa ficam ao alcance dos pescadores de costa espécies de pequenos predadores marinhos, que normalmente nas outras alturas do ano são escassos ou de uma presença bastante irregular.
Espécies como a cavala, sarda, carapau, palmeta ou o sarrajão são alguns exemplos.





Muitas vezes creio que na busca dos grandes exemplares, sejam robalos ou outro predador, se esquece que a pesca deve ser acima de tudo divertida e simples.
Um método de pesca com amostras artificais simples e divertido consiste na utilização de amostras de metal denomiadas zagaias ou se utilizarmos termos anglo-saxónicos casting jigs.





Estas zagaias, contrastando com muitas utilizadas no jigging são mais leves e mais pequenas, sendo desenhadas para trabalhar nas diferentes capas de água (dependo da velocidade de recuperação) e não apenas à vertical, como a maioria das zagaias de jigging.
Para além disso são capazes de lançamentos extremamente longos.
Para este tipo de pesca, utilizo pesos até às 28 gramas, sendo os que utilizo mais vezes entre as 14 e as 21 gramas, o lançamento com este tipo de amostras, dado ao seu aerodinamismo, pequena dimensão e densidade, não é problema.
Em relação aos tamanhos, normalmente utilizo casting jigs no máximo até aos 10 centímetros.


Em relação à cana e carreto, a meu ver quanto mais leve melhor.
Lembre-se que o objectivo é a diversão e, em príncipio os pesqueiros serão sem grandes obstáculos.
Um carreto de tamanho 3000 (Shimano) ou 2500 (Daiwa) cheio de multifilar (por vezes 100 metros não chegam, os lançamentos com estas amostras são bastante longos) serão suficientes.
Para pescar aos pequenos predadores em portos e pontões, uma cana pequena de 2 metros, até aos 2,70 metros também servirá, o mais leve possível e com C.W. suficiente para lançar os casting jigs pretendidos.
Um bom multifilar até aos 0,15 mm de espessura e com uma baixada de flurocarbono de 0,30 mm também serão suficientes.
È verdade que por vezes poderão aparecer peixes mais possantes, como os sarrajões ou robalos, mas em princípio em zonas portuárias ou de paredão conseguirá dominar e cansar o peixe sem grandes problemas, no entanto o chalavar é sempre uma boa ajuda.




(Fotografia cortesia de Rui Duarte)

Apesar de não o parecerem à primeira vista, podem ser imprimidos várias tipos de animações aos casting jigs.
Podem ser lançadas para longe e se o fundo for de areia, deixar-se afundar até ao fundo, depois podem ser aplicados toques de ponteira à vertical, para que a zagaia suba e desça executando um movimento em "dentes de serra".
Os toques devem ser intercalados com pausas, pois muitas vezes os ataques dão-se quando enquanto a zagaia desce.




(Fotografia cortesia de Júlio André)

Também pode ser utilizada uma animação mais linear, de lançar e recolher, no entanto se dermos toques laterais de ponteira vamos aumentar o poder de atracção do casting jig, pois este vai virar bruscamente com os toques, mostrando os flancos e brilhando, atraindo assim os predadores.
Podemos ainda simplesmente lançar, recolher e pausar a recolha, muito ao estilo stop & go, obrigando assim o casting jig a parar e descer.
Em relação às cores, gosto de utilizar os azuis e verdes em águas muito cristalinas, e quando a água se apresenta um pouco mais tapada gosto de laranjas e brancos.
O rosa é uma cor com a qual tenho tipo bons resultados a qualquer altura do dia, assim como os metalizados/cromados.

É um tipo de pesca simples e que dá bons resultados, ideal para quem se inicia na pesca e ainda é "descrente", dando um grande gozo quando se tem um peixe ferrado, para além de se ter a possibilidade de apanhar vários exemplares num curto espaço de tempo.



(Fotografia cortesia de Ana Mesquita)


Aproveitem os dias bons enquanto duram e levem um amigo(a) a pescar.
Não se arrependerá, e quem sabe, arranjará uma nova companhia outras jornadas no Mar.

Bons lances, e acima de tudo, divirta-se!

domingo, janeiro 03, 2010

Bucktails Jigs

Alguns de nós já encarámos com jigs com umas saias feitas em pêlo, que dão pelo nome de Bucktails. Os bucktails podem ter diferentes gramagens, cores e formatos dos cabeçotes, o que nos oferece uma grande possibilidade de escolha.
Podem ser usados simples ou com outras amostras associadas, como grubs e shads e outras, como se pode ver na imagem.
Quando falamos em versatilidade, o seu expoente máximo surge na diversidade de formas de utilização:
- Podemos lançar e recolher, variando a sua velocidade e dando toques de ponteira e assim fazer com que ele trabalhe nas várias camadas de água.
- Podemos deixá-lo cair até bater no fundo, dando-lhe toques com a ponteira da cana para que ele vá saltando ou mesmo fazendo com que ele deslize pelo fundo.
- Podemos trabalhá-lo na vertical.

Alguns peixes capturados com Bucktails Jigs: achigãs, carapaus, cavalas, sardas, robalos , bailas, anchovas e corvinas.

O efeito helicóptero.

Quando lançamos algumas amostras, elas entram em espiral ou criam o também chamado efeito helicóptero, que pode ser motivado por diversos factores: a distribuição do peso na amostra, amostras articuladas, a sua aerodinâmica e os ventos.

Peso: Nem todas as amostras têm sistema de transferência de massas, fazendo com que o seu maior peso se transfira, durante o lançamento, da "cabeça" para a cauda, provocando, assim, um voo mais equilibrado.

Amostras articuladas: durante o lançamento a amostra vai dobrar-se e provocar mudanças de direcção.

Aerodinâmica: os corpos das amostras não são todos fusiformes, portanto não podemos ter em conta apenas o lançamento a grande distâncias e devemos estar atentos também à hidrodinâmica, que vai causar natações tão diferentes. Outro problema é a existência de palheta na amostra ou a ausência desta, e os vários tipos de palhetas que podem provocar uma maior inércia.

Ventos: são sempre um factor negativo quando queremos lançar uma amostra, principalmente quando se encontram pela frente ou lateralmente (vento pelas costas até pode ser uma ajuda, mas também pode trazer problemas, ao transmitir maior velocidade à amostra, e fazendo com que os passadores da nossa cana percam capacidade de deixar sair tanta linha, provocando cabeleiras) ou correntes de ar provocadas pela rebentação.

Para evitar o efeito helicóptero, algumas vezes conseguimo-lo com um simples lançamento lateral, no entanto se não for suficiente, vamos lançar a amostra sem o efeito de "chicote na cana". Colocando a amostra atrás e fazendo com que ela acompanhe, quase num ângulo de 0º, a cana, vamos rentabilizar melhor a massa total da nossa amostra.
Outra possibilidade é usarmos uma cana de casting. Neste caso, a nossa linha não vai sair em espiral, o que não vai provocar torção e consequentemente vamos aproveitar a massa total da amostra.

Votos de um Bom Ano de 2010 para Todos.

Alexandre Alves

quarta-feira, dezembro 30, 2009

Novidades da época festiva

Aqui vão algumas novidades que chegaram até às minhas mãos pela altura deste Natal.



Uma Lucky Craft Gunfish 115 bem velhinha, que depois de ter levado um verniz que lhe estragou a tinta foi salva pelo meu amigo João Oliveira, que lhe fez esta excelente pintura.
Branco bem vísivel com uns toques de laranja na cabeça, uma combinação que acho que vai ser bastante polivalente, tanto para águas mais escuras, como para águas mais lojas.
Obrigado João, sem dúvida, um trabalho de artista!








Esta DUO de que eu tanto gosto tinha ficado com a palheta partida (o que não é raro acontecer nestas amostras, infelizmente...).
Na primeira fotografia a amostra de cima é uma praticamente nova, com a palheta original, a de baixo foi reparada pelo meu amigo João Afonso, como se pode constatar, as palheta nova ficou idêntica à orginal.
Nas restantes fotos vê-se o reforço que a palheta levou, fica igualmente eficaz e muito mais resistente que a original.
Minucioso trabalho de artista! Obrigado João!


Esta amostra foi baptizada de "4 Olhos" e foi-me oferecida pelo Sr. Tito Silva, tem 60 gramas e uma combinação de cores que penso que irá fazer alguns estragos a pescar em águas tapadas. Muito obrigado pela amostra!



Duas Lucky Craft Pointer 100 SD, nas cores Shrimp Brown e Pearl White.
Já as testei, lançam bem para o peso e formato e têm um trabalhar fantástico, fazendo praticamente um "walk the dog" debaixo de água, especialmente se forem trabalhadas aos esticões (jerking) intercalados com pausas.
A branca penso que será bastante polivalente, e a Shrimp Brown é algo parecida um camarão/camarinha, e talvez dê alguns resultados tanto em águas de estuário como a pescar no meio das rochas em pesqueiros de Mar.




Uma Lucky Craft Varid 90 (atenção, é a versão mais leve de 20 gramas, e não a H de 26 gramas).
É um lipless crankbait/vibration plug, um tipo de amostas nas quais quero apostar mais.
É afundante e se for como a irmã mais pesada tem um lançamento brutal. Normalmente estas amostras são trabalhadas com uma recolha linear e servem para bater muita água rapidamente, com a intenção de descobrir se o peixe está activo.
Penso que esta combinações de cores bem visiveis possa ser útil a pescar dentro do estuário, quando o tempo o deixar, passarei à fase de testes práticos.

Lucky Craft Sammy 100 da série ISG na cor Chart Pink Sea Trout.
Tem 15 gramas e deve lançar bastante bem.
Pertence à serie desenvolvida para os USA para pesca costeira, já traz triplos preparados para água salgada (4x Gamakatsu).
Esta cor faz-me lembrar um pouco a HOS da Heddon, e talvez seja uma boa aposta tanto para mar como para águas de estuário.

Lucky Craft Sammy 100 na cor MS Crack, em águas tapadas, e ao nascer/por do Sol deve ser bastante porreira....a testar!


E por fim uma Lucky Craft Sea Finger 173 série ESG II, na cor Aurora Green Shad, tem 20 gramas, e se for como a de 15 cm's deve lançar nas horas.
Esta cor parece-me ser bastante polivalente, quando o Mar voltar a baixar, sem dúvida que irá a testes práticos.

Boa passagem de ano a todos!

domingo, maio 31, 2009

Os Lobos Urbanos

A equipa do Robalos nas Ondas continua na perseguição de robalos em meio urbano, tenta-se explorar o Streetfishing em busca dos grandes exemplares que habitam os estuários dos nossos rios.
Eu e o Xandre, acompanhados pelo meu pai, fomos por a equipa da Margem Sul à prova no Tejo.
Mais uma vez optou-se por material ligeiro e vinis.
Em relação a montagens usá-mos desde cabeçotes/jigheads relativamente pesados (15 gramas), a montagens Texas mais ligeiras (7 gramas).
Sondá-mos o pesqueiro e depois dos primeiros toques e ferragens concluímos que o peixe se encontrava numa zona de forte corrente, passando a dirigir a nossa atenção para essa zona.
Ferrámos, capturámos e soltámos vários bons exemplares.


O meu Pai com o seu maior robalo até à data, para quem era céptico em relação ao spinning e pesca com artificiais....
Pesou 3,6 kg, capturado a fantástica Bass Pro Shops Bionic Blade de 1,95 metros.
Carreto Daiwa Emblem - S 2500. Material de achigã e bons robalos, uma combinação excelente! Convence qualquer céptico!

O Xandre fez quatro belos robalos, o maior com 4.2 kg, pondo a sua Lucky Craft ESG à prova, uma vara excelente para a pesca com vinis, especialmente a versão usada de 2,60 metros.








Eu fiz sete robalos (e um charrocão), o maior com 3,8 kg.
Desses sete, libertei quatro, todos os peixes libertados tinham bem mais que a medida, e rondavam os 1,5/2 kg.
Voltei a usar a Hiro Formula Stickbait, uma cana divertida de se pescar, mas que peca na sensibilidade do próprio carbono, não transmitindo as vibrações e os toques tão bem, especialmente usando cabeçotes pesados, e pescas de "fundo" com vinil.


É uma pesca extremamente aliciante, em que o movimento rápido e preciso da ferragem, executado pelo próprio pescador, faz a diferença entre ferrar ou perder o peixe (como a escola da pesca ao achigã dá uma grande ajuda neste campo!)
No entanto, a escolha por linhas e material ligeiro, apesar de acrescentar maior dificuldade e desafio ao pescador (tendo em conta que no sítio em que pescamos o peixe pode ir com facilidade às pedras e partir o fio) acabou por jogar a favor do peixe, quando uma corvina com um peso estimado entre 14/12 kg foi ferrada pelo Xandre...
Apesar de ainda ter vindo à superfície, o "tractor" assim que afundou foi "à pedra" partindo o fio.

A próxima missão da equipa Robalos nas Ondas é cobrar com sucesso uma corvina.
Bring it on!

Até ao próximo lance!

Pesca lúdica reconhecida pela UE

No passado dia 15 de maio o Comité das Pescas do Parlamento Europeu adoptou uma resolução convidando a Comissão Europeia a avaliar o papel ...